Com a maré da manhã surgiu no céu uma lua. De lá desceu e fitou-me. Como o falcão que arrebata o pássaro, Essa lua agarrou-me e cruzou o céu. Quando olhei para mim, já não me vi: Naquela lua meu corpo se tornara, Por graça, sutil como a alma. Viajei então em estado de alma…