Sinceramente, eu acredito que estamos aqui para lembrar quem nós verdadeiramente somos. Viver, para mim, não é um processo de cura, mas um processo de relembrança. Acostumamo-nos a usar a palavra “cura” tão profusamente porque esquecemos a essência do simples viver, do simples ser.

Eu acredito que estes são tempos para lembrar que nossa alma é a nossa mais querida família e, para que nossos olhos possam reluzir o amor e a compaixão de nossa família, nossa alma, necessitamos descobrir o amor e a compaixão por nós mesmos e pelas pessoas. Nós necessitamos abrir as portas.

Eu acredito que lembrar quem somos é relembrar o encantamento e o amor dos olhos do bebê recém-nascido, seu brilho, beleza e divindade. É relembrar que este recém-nascido somos nós.

Cada história que vivemos traz consigo a luz desse recém-nascido. Cada história vivida pode ser vista como uma metáfora de nós mesmos que vem até nós em ciclos. E cada vez que percebemos um ciclo, descobrimos nós mesmos em um eterno presente e, assim, nos tornamos capazes de mudar o passado e as possibilidades futuras, assumindo quem realmente somos — os eternos e divinos recém-nascidos, as crianças de Deus.

Maristela Rohenkohl

Setembro 02, 2020.

Imagem: Golden Hour, public domain image

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