Em maio último, iniciei um processo simples de escrita livre, como canalização, precedida por uma breve meditação. Assim, mensagens têm vindo a mim, como esta, a seguir:

“Talvez o olhar que procuras esteja no olhar interior, no corpo que expande e contrai, em ondas. O olhar que se abre e fecha, sem se perguntar se está certo ou errado, mas apenas segue o ritmo do coração universal.

O olho sabe que é luz e busca seu lugar, sua expressão ao abrir-se. Sabe que é luz. Sabe que é divino em seu mais profundo íntimo. Sabe que toda criança existe em luz e se vê no olho como pérola dourada, como diamante, como estrela. Tudo é luz e brilha porque o olho o encontrou. O olho se abre e a luz cria a forma. O olho se fecha e a luz descansa em ondas flutuantes a espera do olhar, do próximo olhar. Não se cria sem o olhar. Deus é a luz e o olhar — eis a criação.

Não deves duvidar ou contextualizar as palavras. Elas vêm para ti quando a mente está aberta, como os olhos. Elas não julgam nem contestam nem pensam. O pensamento nunca pensa. As palavras nunca pensam. O Verbo é.”

Maristela Rohenkohl

Maio 22, 2020.

Imagem: Here and Beyond, by Wieslaw Sadurski

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