INTRODUÇÃO

Os ventos de setembro trouxeram a chuva, regando a terra, lavando os telhados e minha alma também, e, junto com o canto dos pássaros e os brotos na relva, minha querida criança retornou. Meu coração se encheu de alegria, pois era eu, retornando ao lar.

Minha criança interior chegou me despertando em lampejos, pedindo para olhar, olhar as estrelas que se divertiam na constelação do amanhecer e me falavam da “hora dourada”, da centelha do primeiro olhar entre a mãe e seu bebê.

Assim, no coração foi se alinhavando um entendimento — transitório, como todos verdadeiramente são — que, alguns meses mais tarde, decidi escrever.

Aqui está, em três partes:

Maristela Rohenkohl

Fevereiro 2020

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